marketing

Reality check

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Como Malcom Gladwell escreveu em “The Tipping Point”, o poder do contexto que nos envolve exerce uma forte influência naquilo que somos e na forma como nos comportamos.

Para a função marketing, nas suas diferentes dimensões, tal significa que, a espaços, importa descer à terra. Por maiores que sejam as pressões exercidas por um ambiente externo cada vez mais complexo e por resultados cada vez mais exigentes é crítico impor uma pausa, parar para pensar.

Quem nos rodeia não é necessariamente igual a quem nos compra.

Sim, os mass media tradicionais são menos eficientes. Sim, os meios digitais, do mobile às redes sociais, têm uma importância crescente. Mas nem toda a gente passa o dia online. Para muitas pessoas, um computador é algo tão próximo quanto um orangotango no santuário de um zoo.

Dúvidas? Veja “How to Convert Your TV to Digital”, um exagerado exemplo que chega via B.L. Ochman.

Líderes na Inovação

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Marketing e Inovação. Para Peter Drucker, o pai da consultoria de gestão, essas são as funções básicas e as principais razões de ser de uma empresa. A frase é célebre e a sua origem perdeu-se no tempo. “Because the purpose of business is to create a customer, the business enterprise has two–and only two–basic functions: marketing and innovation. Marketing and innovation produce results; all the rest are costs. Marketing is the distinguishing, unique function of the business.”

 

Contudo, em momentos como os que vivemos, nos quais a função financeira assume o protagonismo, marketing e inovação são normalmente as primeiras fontes de desinvestimento. Ainda assim, dificilmente esse movimento teve impacto nos resultados recentemente divulgados de um inquérito internacional da Delloite, apesar deste ter decorrido antes da crise financeira. De acordo com o alargado grupo de investidores internacionais consultado os Estados Unidos são o país mais inovador do mundo. Ou, por outras palavras, onde a inovação produz maiores resultados. Portugal não surge na lista.

 

O mapa interactivo da Business Week apresenta os resultados com detalhe.

Marketing em tempo de crise

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Num ano que se antecipa difícil, as réplicas do terramoto financeiro que abalou 2008 irão ter duas dimensões: uma real, com impacto directo na actividade económica, e outra comportamental, expressa na inacção de quem vai preferir aguardar para ver, por exemplo adiando ou travando investimentos.

Como “optimizar o orçamento de marketing” ou como «fazer mais com menos” são questões às quais a Ogilvy procura dar resposta numa série de sete white papers lançados esta semana e disponíveis gratuitamente para download no website Ogilvy On Recession.

Interactive Marketing vs Social Marketing

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O que fazem os portugueses na Internet? 1,4 milhões acedem a comunidades virtuais, de acordo com os dados hoje divulgados no último Bareme da Marketest. Um número crescente de pessoas que assume o seu papel de novos media: online, são simultaneamente receptores, transmissores e emissores de conteúdos.Quando se junta essa crescente predisposição para produzir, ou reproduzir, informação, e com a capacidade de a difundir para um número considerável de pessoas, percebe-se o poder da web 2.0.  

Na sua mais pura essência a soma do user generated content com social networks. Como é que as marcas o estão a utilizar em seu benefício? De forma limitada. É o que concluí Jeremiah Owyang, analista da Forrester, no seu último relatório cujo essencial pode ouvir neste podcast

Hoje, ainda é significativo o gap entre interactive marketing e social marketing como observa David Armano.

Contudo, não faltam bons exemplos de marcas que souberam cruzar essa ponte de forma bem sucedida. Alguns exemplos: a BMW no Facebook, SonyBMG com sua artista Alicia Keys no MySpace , a Ford no Hi5 ou a Mars ao criar a sua própria rede.