Malcom Gladwell

Zag

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Quem me conhece, conhece-me com um livro em cada canto da casa. Normalmente dedicados ao universo da gestão. Normalmente desfolhados em simultâneo. Por ora são quatro – “Nudge”, “The Culting of Brands”, “Marketing as Strategy” e, o que leva maior avanço, logo o preferido, “Outliers”, o último de Malcom Gladwell.

Entre as várias dezenas com que privei nos tempos mais recentes, há dois, que quero destacar. Não sendo novos, eram-no para mim até há umas semanas. “Brand Gap“, primeiro, “Zag“, depois. Ambos de Marty Neumeier.

Li-os de seguida, em meia dúzia de dias, há um par de semanas. Essa é a promessa de Neumeier: um livro para ler numa viagem de avião (assertividade, num mundo poluído por informação), que vai mudar para sempre a sua perspectiva sobre marcas e negócios (relevância, num mundo repleto de ruído). Um desafio que, asseguro, está à altura – o que não é fácil, dada a expectativa. Isto enquanto, com atrevimento, desafia um paradigma instituído: para quê gastar 300 páginas num livro cuja ideia se esgota nas primeiras vinte?

Antes de seguir até à Amazon (não encontrei nenhum dos dois à venda em Portugal), vale a pena procurar por eles no Slideshare.

Reality check

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Como Malcom Gladwell escreveu em “The Tipping Point”, o poder do contexto que nos envolve exerce uma forte influência naquilo que somos e na forma como nos comportamos.

Para a função marketing, nas suas diferentes dimensões, tal significa que, a espaços, importa descer à terra. Por maiores que sejam as pressões exercidas por um ambiente externo cada vez mais complexo e por resultados cada vez mais exigentes é crítico impor uma pausa, parar para pensar.

Quem nos rodeia não é necessariamente igual a quem nos compra.

Sim, os mass media tradicionais são menos eficientes. Sim, os meios digitais, do mobile às redes sociais, têm uma importância crescente. Mas nem toda a gente passa o dia online. Para muitas pessoas, um computador é algo tão próximo quanto um orangotango no santuário de um zoo.

Dúvidas? Veja “How to Convert Your TV to Digital”, um exagerado exemplo que chega via B.L. Ochman.