Blackberry

Blackberry Loves U2

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Já começou a contagem decrescente para o lançamento do U2 Mobile Album. A campanha teaser, actualmente no ar nos Estados Unidos, e o website www.blackberry.com/u2 são, para já, as faces mais visíveis da parceria que a banda assinou com a Research In Motion. Se na sua base esteve o patrocínio à digressão de apoio ao novo disco da banda irlandesa “No Line on the Horizon”, há muito mais na ligação entre Bono & Companhia e a empresa que detém a marca Blackberry: de acordo com o manager dos U2, este Mobile Album (onde além das novas músicas os fãs poderão interagir entre si) é apenas o princípio de uma relação que vai durar no tempo e que se pretende origem de muitas inovações conjuntas.

Os benefícios, de parte a parte, são claros. Ao retorno financeiro imediato os U2 juntam as contrapartidas de distribuição através de um canal mobile emergente e de enorme potencial. A Blackberry, marca a que faltam valores emocionais e cuja operação fora dos Estados Unidos apenas recentemente se alargou de forma considerável, ganha visibilidade e, mais importante que tudo, relevância e fan appeal.

Rei morto, rei posto, para mais tarde recordar fica um dos filmes que marcou a longa e profícua parceria entre os U2 e a Apple, seguramente uma das mais fortes ligações de sempre entre música e tecnologia.

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O que se está a passar com o iPhone?

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“O que estão a fazer com ele?” A pergunta é de Ge Wang, da Sonic Mule, que poderá ver no vídeo acima. A empresa é a produtora de Ocarina, uma das mais populares aplicações para iPhone no momento. É devido a aplicações como esta que, num ápice, o mercado dos smartphones entrou em rebuliço. Em 8 meses venderam-se mais de 800 milhões através do iTunes.

Se quisermos colocar estes números em perspectiva bastará referir que esse foi o número de faixas de música vendidas no iTunes três anos após o seu lançamento. Como muito bem observava a revista Fast Company, na última edição, esta é parte da magia da Apple: não inventou os leitores de mp3 mas quando lançou o iPod mudou a indústria da música; tão pouco foi pioneira nas aplicações para telemóvel mas mal entrou nesse segmento a revolução começou. De novo, existe a Apple, a maçã tornada locomotiva, e os outros (ou seja, gigantes como Nokia, Blackberry ou Google) que depressa saltaram para o comboio e começaram a desenvolver as suas próprias aplicações e plataformas de comercialização.