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O Twitter é um flop

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É pelo menos o que sugere a Advertising Age. Sem dúvidas que existe um longo caminho a percorrer até que o Twitter atinja massa critica e clarifique o modelo de negócio, não deixa de ser curioso observar o fenómeno sob outra perspectiva. Ou seja, como uma plataforma online de micro-blogging conseguiu 400.000 novos membros graças a uma espectacular promoção que envolveu dois dos protagonistas mais poderosos da media norte-americana, Oprah e a CNN…de forma gratuita.

Fumar smarties

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No admirável mundo novo em que vivemos, a cada um de nós é atribuído um poder extraordinário, a um custo e com um esforço marginalmente zero,: somos, simultaneamente, emissores, receptores e canal difusor de mensagens. Este é um poder amplificado pela importância crescente das redes sociais, do blogging e micro-blogging.

Como lidar com esta nova realidade? Bom, lidando. Por uma razão simples: se as perguntas mudam constantemente, as respostas também terão de o fazer. É por essa razão que, no estranho e admirável mundo novo em que vivemos, todos os dias representam um enorme desafio para marketers e quem com eles, e para eles, trabalha na gestão de marcas.

Por mais inspiradores que sejam exemplos como o da Electronic Arts, estes de pouco ajudam. Afinal, cada caso é um caso. E há casos, como aquele que relata o artigo da Advertising Age, que dão que pensar: que resposta dar quando da marca se diz o que não é, nem aquilo representa? É o que está a acontecer com os agora popularizados vídeos de consumidores a fumar Smarties – não os Smarties que conhecemos, da Nestlé, mas os americanos, da familiar, Ce De Candy, Inc.

iQualquerCoisa

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Muito se especula sobre o estado de saúde de Steve Jobs mas pouco se sabe. Apenas que a situação é “mais complexa que o esperado”, conforme revelou o próprio, há umas semanas, num email interno, anunciando que iria estar afastado mais seis meses.

Com saudades do futuro, e das sempre marcantes apresentações no Macworld, fica aqui uma viagem ao passado para rever o momento no qual o então jovem líder da Apple, na altura com 28 anos, apresentou “1984”, o mais influente anúncio de sempre, de acordo com a Advertising Age.

Afinal, numa altura em que toda a gente tem um iQualquerCoisa, não deixa de ser interessante perceber como tudo começou.

Obama is Beautiful World

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Dominadas pela crise financeira, as presidenciais norte-americanas têm sido palco de um interessante confronto de argumentos entre as equipas marketing de cada um dos candidatos. Na sua forma mais disruptiva, quase sempre travado em ambiente digital. Da tão polémica versão 2008 do clássico anúncio da Budweiser Wassup, de Barack Obama, ao blog, ou melhor, blogette, da filha de John McCain, com os bastidores da campanha.

Também neste domínio Obama leva vantagem. Duplamente. Obama, o candidato democrata, com recente distinção como marketer do ano pela Advertising Age, mas também Obama, a pequena cidade piscatória japonesa, pelo extraordinário buzz que tem conseguido criar com o seu vídeo de apoio: “Obama is Beautiful World”.

Em caso de vitória, a economia domina a agenda de ambos: o senador porque não tem outro remédio; a cidade porque tem esperança nas receitas que o turismo pode trazer.

Barak Obama, o marketer do ano

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Longe vão os tempos em que uma sofisticada e inovadora técnica de estudos de mercado, Laddering, ajudou Ronald Reagan a ser reeleito para a Casa Branca . À partida uma vitória improvável. Quase trinta anos mais tarde, o domínio das ferramentas de marketing afirma-se de novo decisivo nas eleições presidenciais norte-americanas. Antes dos votos dos eleitores, a Advertising Age já anunciou o vencedor do prémio Marketer do ano: Barak Obama.

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