inovação

O que tem uma ideia original que falta a uma má cópia?

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Ou porque o aumento da competitividade está na maior inovação e não em menores salários.

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Até com um Nokia se faz isto…

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Filmada exclusivamente com um Nokia N8, esta curta, da autoria de JW Griffiths, foi a vencedora do concurso Nokia Shorts 2011. Um espantoso trabalho no qual a edição merece destaque.

100.000 dólares por segundo

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Todos os anos a América pára para assistir ao Super Bowl. Literalmente. No ano passado a vitória de New Orleans sobre Indianapolis foi acompanhada por 106 millhões de pessoas. O número impressiona mas está muito longe do obtido pelos três programas mais vistos na história da televisão nos Estados Unidos, de acordo com a Nielsen Media Research: o Super Bowl XLIII, transmitido pela NBC, em 2009, para 151,6 milhões de pessoas, o Super Bowl XLII, que a Fox fez chegar a 148,3 milhões de pessoas em 2008 e o Super Bowl XXXVIII, acompanhado em 2004 por 144,4 milhões de pessoas na CBS.

Não é estranhar que este seja o intervalo publicitário mais caro do mundo: cada 30 segundos custam quase três milhões de dólares. Não tanto, ainda, porque nos últimos dois anos a crise fez inverter a histórica e constante subida do preço. Assim como assim esse também nunca foi motivo para afastar anunciantes, que normalmente esgotam o espaço disponível com alguns meses de antecedência e investem em produções hollywoodescas tornando a publicidade quase tão popular quanto o evento em si. Um dos mais famosos exemplos é o anúncio de 1984 da Apple realizado por Ridley Scott exclusivamente para o Super Bowl, que se pode ver aqui.

É também por isso notável o que tem feito a Doritos ao apresentar-se com filmes concebidos e seleccionados pelos seus consumidores, muito embora sejam cada vez mais os profissionais do ramo a disputar também um lugar entre os eleitos. Este ano volta a acontecer o mesmo, agora em parceria com a Pepsi. Crash The Super Bowl é o site onde hoje, até ao final do dia, ainda poderá ajudar a escolher quais os anúncios, entre os 10 finalistas, que irão ao ar. Uma forma inteligente e bem sucedida de estender os 30 segundos do Super Bowl no tempo, usando os social media para criar envolvimento e gerar conversas à volta da marca, dessa forma contribuindo para maximizar o impacto da televisão. Nada muda, nada se perde, tudo se transforma.

When everyone zigs, zag

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É brilhante e inspiradora a jogada acima, protagonizada por um jovem jogador da equipa Driscoll Middle School, de San António, no Texas. Um rasgo de génio que muito tem dado que falar. Contudo, tem uma grave limitação: dificilmente será repetida com o mesmo êxito.

É esta a essência do marketing na Era Digital. A força de uma ideia está sobretudo na sua capacidade de surpreender e cada vez menos na imposição pela força. O que significa criar tensões e sair das zonas de conforto. Sobretudo porque já não há fórmulas mágicas, passíveis de serem repetidos depois de testadas com resultados. É precisamente esse o desafio: o sucesso deixou de ser um destino com rota bem definida, tem de ser conquistado a cada dia que passa.

T-Mobile. Oops I did it again

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Desta vez foi no aeroporto de Heathrow. Depois da Liverpool Station e de Trafalgar Square, a T-Mobile volta a insistir numa fórmula, os flashmob, que aos resultados impressionantes acrescentam algo de um valor inestimável, um sorriso.

Mais que o passa a palavra espontâneo ou os milhões de interacções online, a marca encontrou através deste conceito de activação uma história que envolve, e se presta a ser contada ao longo de vários capítulos, mas que sobretudo lhe oferece uma imensa simpatia e ligação emocional.
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Lembre-se o clássico exemplo, também de origem inglesa, do 118 118 e dos seus Mistery Runners (caso aqui) para que rapidamente se entenda como estes argumentos são tantas vezes decisivos no momento de decisão de compra. Numa altura em que cada vez mais se procura relevância, envolvimento inovação, a pergunta que deverá fazer é: teria tido a coragem de o fazer, sabendo-se que de low budget esta acção não teve nada? Hoje por hoje o caminho é o de desbravar caminho mas de boas intenções estão os planos de marketing cheios.