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Petite Lap Giraffes, quem quer uma?

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É, provavelmente, um dos assuntos mais quentes do momento em todo o mundo. Afinal, quem pode não quer ter em casa uma girafa em versão bonsai?

Tal é a procura desta raridade, com origem numa quinta russa, que não é de estranhar a repetida mensagem: “Could not connect: Too many connections”. Provavelmente é isso que vai encontrar quando se resolver a encomendar uma e garantir um lugar na lista de espera.

Em todo o caso, pode sempre continuar a tentar aqui: Ou simplesmente divertir-se a ver os filmes da campanha da DirecTV que, por estes dias, tomou de assalto a web social.

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Fight For Kisses, a memória da web

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Significativamente mais impressionante que o filme “FFK – Fight For Kisses” da Wilkinson, cujo link recebi repetidamente na semana passada por email com o título “Melhor Anúncio do Mundo”, é a sua carreira. Não sendo caso único, é exemplificativo de uma realidade que muitas vezes não se tem presente mas que é tão poderosa quanto as próprias ferramentas colaborativas 2.0 em si que as redes sociais potenciaram: a memória da Web.

Disponibilizado no You Tube há quase quatro anos, após um primeiro momento de buzz, FFK tem, desde então, merecido regular e consistente exposição, estando agora no quase cinco milhões e meio de visualizações, como mostra o gráfico acima. O balanço é também extremamente positivo quando se confrontam fãs e detractores, embora neste caso o número de dislikes seja elevado.

Perante esta memória que não se controla, tão pouco se apaga, é sobremaneira e cada vez mais crítico ser-se totalmente transparente e absolutamente consistente no que faz e no que se diz. Tal é tão válido para marcas comerciais como para a marca que, mais e mais, somos cada um de nós. Pesquise Ensitel no Google e observe as consequências. Já agora, pesquise por si também.

Dramatic Shift in Marketing Reality

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Para quem ainda os desconhece, os detalhes do que se passou com a Ensitel podem ler-se aqui, onde tudo começou, ou ver-se aqui, por onde continuou. Qualquer que seja o desfecho, aqui chegada a marca estará condenada a fazer parte da História ao ser a primeira em Portugal a protagonizar um caso com tamanha repercussão na Era Digital.

Aconteceu na mesma semana em que a Time elegeu como a personalidade do ano Mark Zuckerberg – o CEO de fraldas, chamam-lhe, que gere a plataforma onde o planeta passa 5% do tempo total dispendido online e onde, a cada minuto, decorrem 1,789,736 interacções.

A saber, detalha-o a Time: 510,404 comentários, 382,861 likes em posts, 231,605 mensagens enviadas, 135,849 novas fotos, 98,604 amizades aprovadas, 82,557 status updates, 79,364 posts na wall, 74,816 convites para eventos recebidos, 72,816 likes em páginas, 66,168 tags em fotos, 55,304 links partilhados.

Com mais de 500,000 milhões de utilizadores em todo o mundo o Facebook é um fenómeno impar. Ainda assim, apesar da dimensão, é apenas um dos muitos veículos de produção e disseminação de conteúdos que o consumidor (eleito pela mesma Time como personalidade do ano em 2006) tem hoje ao seu dispor. Acrescente-se o You Tube (2005), o Twitter (2006) ou o iPhone (2007) e é sem espanto que nos deixamos espantar com o ritmo acelerado dos último cinco anos e com a grandeza do seu impacto na sociedade.

Mas ainda há quem não tenha percebido, ou prefira não perceber, que 1) o mundo realmente mudou, observando-se uma profunda alteração nos media mas, sobretudo, nos hábitos dos consumidores, 2) detendo estes hoje uma enorme capacidade, e uma irrevogável vontade, de intervenção, e 3) como tal, da comunicação ao customer service já nada é “business as usual”.

Todas estas frases feitas que, apesar de tantas vezes repetidas, ainda parecem soar a novidade. Mas não o são. De todo. “Dramatic Shift in Marketing Reality”, vídeo que estreou no You Tube há precisamente dois anos, prova-o (obrigado ao Miguel Kreiseler por trazê-lo de volta). Nada daquilo que se assiste é novo. Nem um fenómeno passageiro.

Como sempre, como dantes, quem ignora a História, arrisca-se não apenas a repeti-la como a fazer parte dela. Nem sempre pelas razões desejadas.

T-Mobile. Oops I did it again

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Desta vez foi no aeroporto de Heathrow. Depois da Liverpool Station e de Trafalgar Square, a T-Mobile volta a insistir numa fórmula, os flashmob, que aos resultados impressionantes acrescentam algo de um valor inestimável, um sorriso.

Mais que o passa a palavra espontâneo ou os milhões de interacções online, a marca encontrou através deste conceito de activação uma história que envolve, e se presta a ser contada ao longo de vários capítulos, mas que sobretudo lhe oferece uma imensa simpatia e ligação emocional.
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Lembre-se o clássico exemplo, também de origem inglesa, do 118 118 e dos seus Mistery Runners (caso aqui) para que rapidamente se entenda como estes argumentos são tantas vezes decisivos no momento de decisão de compra. Numa altura em que cada vez mais se procura relevância, envolvimento inovação, a pergunta que deverá fazer é: teria tido a coragem de o fazer, sabendo-se que de low budget esta acção não teve nada? Hoje por hoje o caminho é o de desbravar caminho mas de boas intenções estão os planos de marketing cheios.

Tira a mãozinha daqui

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Mantendo a tradição dos últimos anos, a marca Doritos voltou a desafiar os consumidores a criar os anúncios que irão passar no Super Bowl, o minuto de publicidade mais caro da televisão no mundo.

Agora depende de si. Escolhidos os seis finalistas, entre mais de quatro mil participações, chegou a vez de eleger os melhores. Os prémios poderão chegar aos cinco milhões de dólares. Pode deixar o seu voto no site em Crash The Super Bowl. Tem até dia 31 de Janeiro.

Estes são os meus favoritos.

Aqui estão elas: as Top 100 Social Brands de 2009

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E a vencedora é… iPhone, sem surpresa ou contestação.

A lista das dez mais fica completa com Disney, CNN, MTV, NBA, iTunes, Wii, Apple, Xbox e Nike. Pode consultar o Top 100 aqui.

Esta lista, publicada pelo segundo ano pela The Vitrue, elege as marcas com base nas citações e reacções de consumidores e revela alguns dados interessantes.

Nomeadamente que a social media é a disciplina do marketing digital para onde maior investimento será canalizado, prevendo-se um crescimento anual de 34%, de acordo com o relatório de acordo com o relatório US Interactive Marketing Spend 2009 to 2014 Report, publicado no Verão de 2009 pela Forrester. Um dos efeitos práticos: são cada vez mais os spots de vez com link para a página do Facebook em vez do website corporativo.

Não é de estranhar, por isso, que no último o número de empresas da Fortune 500 que não usavam a social media de alguma forma tenha caído de 43% para apenas 9%.

Blackberry Loves U2

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Já começou a contagem decrescente para o lançamento do U2 Mobile Album. A campanha teaser, actualmente no ar nos Estados Unidos, e o website www.blackberry.com/u2 são, para já, as faces mais visíveis da parceria que a banda assinou com a Research In Motion. Se na sua base esteve o patrocínio à digressão de apoio ao novo disco da banda irlandesa “No Line on the Horizon”, há muito mais na ligação entre Bono & Companhia e a empresa que detém a marca Blackberry: de acordo com o manager dos U2, este Mobile Album (onde além das novas músicas os fãs poderão interagir entre si) é apenas o princípio de uma relação que vai durar no tempo e que se pretende origem de muitas inovações conjuntas.

Os benefícios, de parte a parte, são claros. Ao retorno financeiro imediato os U2 juntam as contrapartidas de distribuição através de um canal mobile emergente e de enorme potencial. A Blackberry, marca a que faltam valores emocionais e cuja operação fora dos Estados Unidos apenas recentemente se alargou de forma considerável, ganha visibilidade e, mais importante que tudo, relevância e fan appeal.

Rei morto, rei posto, para mais tarde recordar fica um dos filmes que marcou a longa e profícua parceria entre os U2 e a Apple, seguramente uma das mais fortes ligações de sempre entre música e tecnologia.