Dominadas pela crise financeira, as presidenciais norte-americanas têm sido palco de um interessante confronto de argumentos entre as equipas marketing de cada um dos candidatos. Na sua forma mais disruptiva, quase sempre travado em ambiente digital. Da tão polémica versão 2008 do clássico anúncio da Budweiser Wassup, de Barack Obama, ao blog, ou melhor, blogette, da filha de John McCain, com os bastidores da campanha.
Também neste domínio Obama leva vantagem. Duplamente. Obama, o candidato democrata, com recente distinção como marketer do ano pela Advertising Age, mas também Obama, a pequena cidade piscatória japonesa, pelo extraordinário buzz que tem conseguido criar com o seu vídeo de apoio: “Obama is Beautiful World”.
Em caso de vitória, a economia domina a agenda de ambos: o senador porque não tem outro remédio; a cidade porque tem esperança nas receitas que o turismo pode trazer.