Ou porque o aumento da competitividade está na maior inovação e não em menores salários.
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Filmada exclusivamente com um Nokia N8, esta curta, da autoria de JW Griffiths, foi a vencedora do concurso Nokia Shorts 2011. Um espantoso trabalho no qual a edição merece destaque.
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É, provavelmente, um dos assuntos mais quentes do momento em todo o mundo. Afinal, quem pode não quer ter em casa uma girafa em versão bonsai?
Tal é a procura desta raridade, com origem numa quinta russa, que não é de estranhar a repetida mensagem: “Could not connect: Too many connections”. Provavelmente é isso que vai encontrar quando se resolver a encomendar uma e garantir um lugar na lista de espera.
Em todo o caso, pode sempre continuar a tentar aqui: Ou simplesmente divertir-se a ver os filmes da campanha da DirecTV que, por estes dias, tomou de assalto a web social.
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Via Pedro Boavida.
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Significativamente mais impressionante que o filme “FFK – Fight For Kisses” da Wilkinson, cujo link recebi repetidamente na semana passada por email com o título “Melhor Anúncio do Mundo”, é a sua carreira. Não sendo caso único, é exemplificativo de uma realidade que muitas vezes não se tem presente mas que é tão poderosa quanto as próprias ferramentas colaborativas 2.0 em si que as redes sociais potenciaram: a memória da Web.
Disponibilizado no You Tube há quase quatro anos, após um primeiro momento de buzz, FFK tem, desde então, merecido regular e consistente exposição, estando agora no quase cinco milhões e meio de visualizações, como mostra o gráfico acima. O balanço é também extremamente positivo quando se confrontam fãs e detractores, embora neste caso o número de dislikes seja elevado.
Perante esta memória que não se controla, tão pouco se apaga, é sobremaneira e cada vez mais crítico ser-se totalmente transparente e absolutamente consistente no que faz e no que se diz. Tal é tão válido para marcas comerciais como para a marca que, mais e mais, somos cada um de nós. Pesquise Ensitel no Google e observe as consequências. Já agora, pesquise por si também.
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Lisboa, onde vivo, e Aston Martin, que (ainda) não conduzo, estão no topo das minhas paixões. A combinação de ambos é, também por isso, muito sugestiva. Mas não no filme da marca que apresenta o novo modelo, Rapide, tantos os clichés e tão confrangedoras a narrativa e a interpretação. Tudo começa no restaurante Eleven, com a bandeira portuguesa literalmente como pano de fundo.
Como se percebe pelos relatos do making of abaixo, quem gere a marca Aston Martin parece mover-se mais pela ânsia de a tornar cool que em fazer viver a sua essência genética, de elegância, distinção e muita adrenalina. Não é simplesmente coerente. Há uma diferença entre tirar partido de um ambiente de media em acelerada mudança e assumir que o You Tube é o James Bond do século 21, entre perceber que para um qualquer filme tornar-se viral é uma consequência ou acreditar que se trata de um objectivo, entre actualizar-se e tornar-se modernaço.
True power should not be shared. Entre nós, se resolveu acelerar os pouco mais de quatro minutos das partes 1 e 2 abaixo, não me parece que alguém possa levar a mal. Tão pouco se ignorar que ainda há mais.
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Todos os anos a América pára para assistir ao Super Bowl. Literalmente. No ano passado a vitória de New Orleans sobre Indianapolis foi acompanhada por 106 millhões de pessoas. O número impressiona mas está muito longe do obtido pelos três programas mais vistos na história da televisão nos Estados Unidos, de acordo com a Nielsen Media Research: o Super Bowl XLIII, transmitido pela NBC, em 2009, para 151,6 milhões de pessoas, o Super Bowl XLII, que a Fox fez chegar a 148,3 milhões de pessoas em 2008 e o Super Bowl XXXVIII, acompanhado em 2004 por 144,4 milhões de pessoas na CBS.
Não é estranhar que este seja o intervalo publicitário mais caro do mundo: cada 30 segundos custam quase três milhões de dólares. Não tanto, ainda, porque nos últimos dois anos a crise fez inverter a histórica e constante subida do preço. Assim como assim esse também nunca foi motivo para afastar anunciantes, que normalmente esgotam o espaço disponível com alguns meses de antecedência e investem em produções hollywoodescas tornando a publicidade quase tão popular quanto o evento em si. Um dos mais famosos exemplos é o anúncio de 1984 da Apple realizado por Ridley Scott exclusivamente para o Super Bowl, que se pode ver aqui.
É também por isso notável o que tem feito a Doritos ao apresentar-se com filmes concebidos e seleccionados pelos seus consumidores, muito embora sejam cada vez mais os profissionais do ramo a disputar também um lugar entre os eleitos. Este ano volta a acontecer o mesmo, agora em parceria com a Pepsi. Crash The Super Bowl é o site onde hoje, até ao final do dia, ainda poderá ajudar a escolher quais os anúncios, entre os 10 finalistas, que irão ao ar. Uma forma inteligente e bem sucedida de estender os 30 segundos do Super Bowl no tempo, usando os social media para criar envolvimento e gerar conversas à volta da marca, dessa forma contribuindo para maximizar o impacto da televisão. Nada muda, nada se perde, tudo se transforma.
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