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Tira a mãozinha daqui

Mantendo a tradição dos últimos anos, a marca Doritos voltou a desafiar os consumidores a criar os anúncios que irão passar no Super Bowl, o minuto de publicidade mais caro da televisão no mundo.

Agora depende de si. Escolhidos os seis finalistas, entre mais de quatro mil participações, chegou a vez de eleger os melhores. Os prémios poderão chegar aos cinco milhões de dólares. Pode deixar o seu voto no site em Crash The Super Bowl. Tem até dia 31 de Janeiro.

Estes são os meus favoritos.

E a vencedora é… iPhone, sem surpresa ou contestação.

A lista das dez mais fica completa com Disney, CNN, MTV, NBA, iTunes, Wii, Apple, Xbox e Nike. Pode consultar o Top 100 aqui.

Esta lista, publicada pelo segundo ano pela The Vitrue, elege as marcas com base nas citações e reacções de consumidores e revela alguns dados interessantes.

Nomeadamente que a social media é a disciplina do marketing digital para onde maior investimento será canalizado, prevendo-se um crescimento anual de 34%, de acordo com o relatório de acordo com o relatório US Interactive Marketing Spend 2009 to 2014 Report, publicado no Verão de 2009 pela Forrester. Um dos efeitos práticos: são cada vez mais os spots de vez com link para a página do Facebook em vez do website corporativo.

Não é de estranhar, por isso, que no último o número de empresas da Fortune 500 que não usavam a social media de alguma forma tenha caído de 43% para apenas 9%.

O fim do império

O declínio dos quatro grandes impérios marítimos, Portugal, Espanha, Inglaterra e França, entre 1800 e 2009. Ou, como alguém me dizia há uns tempos, “a grande diferença entre Portugal e Espanha é que enquanto Portugal continua, nostálgico, a chorar a grandeza perdida, Espanha age como se nunca a tivesse perdido”. Ao final do dia é tudo uma questão de atitude.

Para ver em full screen.

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A pergunta é da Advertising Week, a resposta depende de si. Pode votar aqui

É impressionante o que acontece quando uma gota de água cai. Pura magia, quando filmado a 2000 frames por segundo.

Via kottkte.

youtube

Ao ataque, terá gritado quem resolveu deitar a pesquisa do You Tube abaixo, há alguns minutos. Tente-se procurar alguma coisa e o resultado será sempre este: erro 500 a ser resolvido por… uma equipa de macacos altamente treinados.

Deixem-me que vos apresente Leon um homem que, aos 64 anos, deu que falar num concurso de talentos da televisão belga. Antes de mais, observem como dançou numa das provas de “So You Think You Can Dance”.

Visto isto, poderá perguntar-se: o que tem de espectacular? O bailarino Leon absolutamente nada. A ideia que o levou à televisão, essa sim, está a dar que falar. Afinal este é um falso concorrente, inscrito como parte de uma campanha para incentivar o consumo de leite – na maioria dos países europeus, ao contrário do que acontece em Portugal, bebe-se leite sobretudo na infância.

Enganou júris e produção, que só foram informados depois de o programa ter ido para o ar, mas encantou o público. E ajudou a passar a mensagem do filme original: beber leite diariamente é uma importante ajuda para se manter em forma.

Com isto, nasceu uma estrela e escreveu-se mais uma página do sobre o admirável mundo novo das marcas e do marketing, no qual é preciso ter a visão e a coragem para desafiar o instituído, porque fazer mais do mesmo é apenas garantia de resultados do costume.

Depois disto, dificilmente os concursos de talentos serão os mesmos: mesmo que a atitude do júri se mantenha – embora, como aqui se tornou claro, seja ténue a fronteira entre arrogância e ridículo – definitivamente os acordos com os concorrentes passarão a ter mais uma ou duas cláusulas.

Via Cross The Breeze.

A Toms é uma marca que tem por base uma ideia espantosa: por cada par de sapatos que vende oferece outro par a crianças, um pouco por todo o mundo, que nada têm para calçar.

É a diferença entre poder ou não ir à escola, em muitas comunidades. É o suficiente para evitar a disseminação de doenças, em muitos países menos desenvolvidos que têm nos parasitas que se refugiam na terra um poderoso inimigo.

Simples e seguramente eficaz é um extraordinário exemplo de uma boa prática de sustentabilidade para uma marca (Richard Huntington hesitou em defini-la como Dynamic Micro Brand ou Little Lovemark) empenhada em fazer a diferença, enquanto permite a cada um dos seus consumidores fazer o mesmo. Mais de 300.000 pares de sapatos distribuidos provam o êxito e força crescentes desta ideia.

Pode comprar aqui.

Koda

Mais profissional que o Facebook, mais pessoal que o LinkedIn. É assim que se apresenta Koda a “Opportunity Community”, cuja ambição é fazer a ponte entre talentos, empresas e oportunidades.

Posicionada entre dois gigantes das redes sociais, o que se segue para esta comunidade, lançada no final de Maio, é demasiado cedo para avaliar. Dependerá de quão relevante se revelar a proposta de valor – sobretudo quando o serviço se tornar pago, o que não tardará – e de quão depressa conseguir obter massa critica, tanto do lado de quem procura como de quem oferece uma oportunidade – o que não será mais difícil do lado das ofertas que dos candidatos.

Em todo o caso, sugiro a criação de um perfil em Koda. Mais não seja porque a tipologia de questões propostas obrigarão a parar para pensar, em si, no que faz, no que quer fazer, sob um perspectiva diferente. Só isso merece a pena.

Learn Something Everyday

sep10

Sabia que os gatos passam 70% do tempo a dormir? Ou que no Texas é ilegal “grafitar” uma vaca?
Colorido, divertido e, claro, actualizado diariamente, Learn Something Everyday é um inevitável desbloqueador de conversa matinal. Reforme-se o “já viu o tempo que está hoje?”

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